quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

HORTOCINE APRESENTA - CICLO MUSICAL ALTERNATIVO


TODA QUARTA ÀS 19H00 NO CAC - CENTRO DE ARTE E CULTURA
Localizado a Rua Manoel Antônio da Silva, 365, Jd. N. Srª. de Fátima, Hortolândia/SP


CICLO MUSICAL ALTERNATIVO

CONFIRA NOSSA PROGRAMAÇÃO:

25 DE NOVEMBRO

The Rolling Stones - Sympathy For The Devil: Voices - Jean-Luc Godard
(The Rolling Stones - Sympathy for the Devil)
Inglaterra - 1968
Em 1968, os Rolling Stones estavam no auge de sua carreira e Jean-Luc Godard já era o cultuado diretor do cinema francês e tomado uma direção política revolucionária na sua carreira. Dessa união se faz 2 filmes: "Sympathy for the Devil" (Simpatia pelo Demônio), com 100 min e intervenção do produtor, há um pouco mais de ênfase aos superstars, Rolling Stones, onde criam a sua última grande canção "Sympathy for The Devil", para o fabuloso álbum "Beggar's Banquet".


02 DE DEZEMBRO

Últimos Dias (2005)
Last Days
Direção: Gus Van Sant
Roteiro: Gus Van Sant
Elenco: Asia Argento (Asia), Michael Pitt (Blake), Gus Van Sant (Phone Voice )

Sinopse: Com foco no cenário do rock grunge de meados dos anos 90, o filme acompanha a trajetória de uma banda que lembra o grupo Nirvana, de Kurt Cobain.

09 DE DEZEMBRO

Botinada - A Origem do Punk no Brasil - 2006
Botinada! A origem do punk no Brasil! Botinada narra as origens do punk rock no Brasil, sua primeira fase (1976 - 1984) e o paradeiro de seus protagonistas. Foram 4 anos de pesquisa, 77 pessoas entrevistadas, milhares de horas nas ilhas de edição, 200 horas de vídeo e muitas imagens raras e inéditas compiladas pela primeira vez. Foi por causa do punk que eu descobri que poderia montar uma banda, tocar e compor. Poderia basicamente qualquer coisa. Até mesmo arriscar fazer um documentário. Resolvo então me concentrar na turbulenta chegada do movimento por aqui. Parto para a pesquisa. Começo a rastrear os entrevistáveis. Quem são? Onde estão? O que eles fazem hoje em dia? Me pego diante de uma insolúvel espécie de gincana norteado por pistas falsas. Todo o material que encontro está em condições precárias: fitas de vídeo mofadas e jornais caindo aos pedaços. Não poderia ser diferente. Vou atrás de todos os vestígios, tento juntar o máximo de material possível antes que seja tarde. Os punks me recebem muito bem. Eles transbordam emoção e sinceridade nos depoimentos. Depois de duas décadas, conseguem o distanciamento necessário pra ver toda essa história com bom humor. Os ricos detalhes permanecem num arquivo empoeirado na memória. Botinada traz à tona essa incrível história contada pelos punks que vivenciaram de corpo, alma e jaqueta de couro essa caótica jornada. (Gastão Moreira)


16 DE DEZEMBRO

"O Lixo e a Fúria" - 2000
Tendo como narradores os próprios integrantes do grupo, o vídeo é dirigido por Julien Temple, que acompanhou de perto a curta trajetória dos Pistols (1976 -1978), considerado um dos ícones do movimento punk.

O diretor reuniu imagens de shows e entrevistas dadas pelo grupo na época, além de depoimentos polêmicos e atuais de Johnny Rotten (vocal), Glen Matlock (ex-baixo), Steve Jones (guitarra) e Paul Cook (bateria).

Mixado com cenas hilárias de "Ricardo 3" - uma produção de Laurence Olivier para a televisão britânica - "O Lixo e a Fúria" recria o cenário inglês que abriu espaço para a disseminação do movimento punk.

Temple obriga o espectador a lembrar quão chocantes, sujos e agressivos eram os Pistols. O filme dá a entender que eles simplesmente não ligavam para nada, embora o descontentamento político fosse um elemento-chave em sua música.


MAIS INFORMAÇÕES:

hortocine@yahoogrupos.com.br
www.cinemaemmovimento.blogspot.com

Realização:

O Corujão - Escola Livre de Filosofia
CEP Jacuba

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

HORTOCINE APRESENTA: FILME DE AMOR - DIA 21 DE OUTUBRO ÀS 19H NO CAC - CENTRO DE ARTE E CULTURA



Filme de Amor
De Júlio Bressane

Gênero: Drama
Tempo Duração: 90min.
País origem: Brasil
Ano Exibição: 2004
Distribuidora: Rio Filme

Sinopse

Três amigos ­ Hilda, Matilda e Gaspar ­ populares e suburbanos, encontram-se no fim de semana em um pequeno e pobre apartamento no centro da cidade para estarem juntos, conversar, beber e sentir prazer.
Algum prazer. Hiato em uma rotina dura e medíocre. Os três amigos pobres, inteligentes e de sensibilidade incomum, projetam seu imaginário em uma espécie de sonho ­ embriaguez que os eleva a um estado de espírito para além do insalubre, do insuficiente, do insulso, dia a dia.
Este encontro, contra-ponto amoroso à raiva cotidiana, é um antídoto a banalização da existência e um clamor à vida, maneira sutil e intensa, de estar presente no mundo.


Realização:
O Corujão - Escola Livre de Filosofia
CEP Jacuba

www.cinemaemmovimento.blogspot.com

terça-feira, 6 de outubro de 2009

HORTOCINE APRESENTA DIA 07 DE OUTUBRO - O VENENO DA MADRUGADA





Um filme de Ruy Guerra

SINOPSE:
O Veneno da Madrugada


A chuva constante e a lama fazem parte do cotidiano dos habitantes de um povoado localizado em algum lugar da América do Sul. As várias construções decadentes revelam a expectativa do progresso no passado, que não se realizou. A estagnação do povoado sofre um abalo quando diversos bilhetes anônimos são espalhados por toda a cidade, denunciando traições amorosas e políticas, assassinatos, romances secretos e segredos de família envolvendo filhos bastardos. Todos os cidadãos, dos mais poderosos aos mais humildes, sentem-se ameaçados pela invasão de bilhetes, sendo que ninguém sabe quem foi seu autor. Ao longo das 24 horas seguintes a violência explode na cidade, fazendo com que a hipocrisia local seja desmascarada.

Ficha Técnica
Título Original: O Veneno da Madrugada
Gênero: Drama
Duração: 118 min.
Lançamento (Brasil): 2006
Distribuição: UIP
Direção: Ruy Guerra
Roteiro: Ruy Guerra e Tairone Ferrosa, com colaboração de Leonardo Gundel e baseado em livro de Gabriel Garcia Márquez
Produção: Bruno Stroppiana
Co-produção: Lagoa Cultural Ltda., Sky Light Cinema Foto e Art Ltda., UIP, Arca Difusión S.A. e MGN Filmes Ltda.
Música: Guilherme Vaz
Fotografia: Walter Carvalho
Desenho de Produção: Fernando Zagallo
Direção de arte: Marcos Flaksman
Figurino: Kika Lopes
Edição: Mair Tavares

Elenco
Leonardo Medeiros (Alcaide)
Juliana Carneiro (Viúva Assis)
Fábio Sabag (Padre Angel)
Zózimo Bulbul (Carmichael)
Jean Pierre Noher (César Monteiro)
Rejane Arruda (Rosário)
Luah Galvão (Cassandra)
Nílton Bicudo (Juiz Arcádio)
Danielle Barros (Trinidade)
Maria João Bastos (Rebeca Assis)
Amir Haddad (Dom Sabas)
Emílio de Melo (Roberto Assis)
Murilo Grossi (Dr. Giraldo)
Rui Resende (Dentista)
Antônio Melo (Dom Roque)
Fernando Alves Pinho (Nestor)
Luís Luque (Aristóteles Messina)
Mário Paulucci (Comandante)
Chico Tenreiro (Secretário)
Rui Polonah (Farmacêutico)
Tonico Pereira (Barbeiro)
Fabiano Costa (Anão)


Realização:
O Corujão - Escola Livre de Filosofia
CEP Jacuba

terça-feira, 22 de setembro de 2009

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

DIÁRIO DA OFICINA
DIRETO DE SAMPA

Estou escrevendo do notbook do produtor da oficina do Cine Mais Cultura, Carlos Eduardo, estamos conectados da avenida Sao luiz, e a partir de hoje vamos mandar informacoes diárias de como está sendo o curso.
Somos em dois coordenadores, Joice Durello e Wau M.Q., escrevemos o projeto juntos, contamos também com a colaboracao de Márcio Ramos e Evandro Braganca na logística para conseguir a documentacao e concorrer ao edital que nos contemplou com um equipamento de exibicao e de producao de conteúdo, dos mais de 600 projetos enviados, estamos entre os cem que foram selecionados para receber o equipamento, projeto que teve como proponente a Organizacao Cultural e Ambiental (OCA), projeto que contou com assinaturas de várias entidades, além do apoio da Secretaria de Cultura de Hortolandia.
O curso aborda a história do cinema mundial e nacional, também aborda a história do cineclubismo, que difere do cinemao pelo diferencial do debate, inclusive debate é um dos temas, a sustentabilidade e a gestao do projeto sao a matéria operacional da oficina.
Sao 46 participantes do estado de Sao Paulo, a apresentacao do curso foi feita pelo coordenador do cine mais cultura, Frederico Cardoso, e os oficineiros sao as lendas vivas do cineclubismo no país, Joao Batista Pimentel secretário do Conselho Nacional de Cineclubes, e Frank Ferreira, também do conselho, a oficina acaba na sexta próxima, e no sábado estaremos de volta a casa.
Hoje várias dúvidas foram esclarecidas, a primeira é sobre o local, ou ponto de exibicao, o endereco pode ser mudado, antes mesmo de chegar o equipamento, basta enviar um mail com a cópia de um croqui com o novo lugar, a intinerancia do equipamento e do conteúdo serao em breve liberados, mas os pontos devem ser no máximo cinco por projeto, além de um transporte planejado, com case completo como exigencia, é necesserário comunicar a coordenacao nacional do cine mais, e justificar o projeto de cineclube intinerante, mediante assinatura de um segundo termo.
A entrega dos equipamentos está prevista para trinta dias após o término da oficina, o presidente da entidade proponente receberá um termo de parceria com o Minc, lembrando que, o equipamento nao é uma propriedade dos proponentes do projeto, sao posse, existe um vínculo com o Minc por dois anos, o equipamento é para uso estritamente público, nao é para festas para arrecadar dinheiro por exemplo, o patrocínio de uma empresa, ou dos comerciantes locais sao formas de sustentar o projeto, pois existe um custo com a manutencao, divulgacao, e no caso de um projeto permanente, que funcione todos os dias da semana, a possibilidade de ajuda de custo para os coordenadores também está prevista, o excedente de recursos advindos de apoio cultural, devem ser usados somente para o projeto, e a prestacao de contas deve estar a dispocisao para consulta, o ingresso mínimo como taxa de manutencao pode ser outra opcao, embora pela experiencia do projeto Hortocine no entorno do jardim Rosolém, provavelmente nao funcionaria, a proposta é que o acesso as exibicoes deve ser gratuíto para a comunidade, e que o Cine mais esteja integrado com os outros projetos do Mais Cultura, como os pontos de leitura por exemplo, quanto ao acervo de filmes da Programadora Brasil, com o pacote de doze filmes, os próximos filmes deverao ser indicados previamente pela comissoes gestoras locais, a entidade responsável deve estar bem envolvida com a iniciativa proposta, o acompanhamento do projeto será feito através de uma parceria entre o Cine Mais e o Conselho Nacional.
Na parte da tarde comecamos com a história do cinema, dos irmaos lumiere até nouvelle vague, mas isso é papo pra amanha.
Uma rede do Cine mais será estabelecida, uma rede de exibidores e realizaores, para que o audiovisual seja democratizado, e para que a populacao tenha uma opcao nao somente de mais uma sala, para que os cineclubes sejam uma alternativa para as salas comercias, e para que as producoes independentes de todo o pais tenham pontos de exibicao, a maioria das pessoas nao vao ao cinema, entao o cinema deve ir até elas, e nao é qualquer cinema.

Wau Marquez
Poeta e Escritor

sábado, 25 de julho de 2009


HORTOCINE APRESENTA DIA 29 DE JULHO - A IDADE DA TERRA - Um Filme de Glauber Rocha

Data: 29 de julho - quarta-feira
Horário: 19h00
Local: OCA , na Rua Libério Rosa, n° 05, Núcleo Santa Izabel, Hortolândia/SP
CINEMA GRATUITO


APRESENTA:
A IDADE DA TERRA
Um filme de Glauber Rocha

SINOPSE DO AUTOR:

“O filme mostra um Cristo-Pescador, o Cristo interpretado pelo Jece Valadão; um Cristo-Negro, interpretado por Antônio Pitanga; mostra o Cristo que é o conquistador português, Dom Sebastião, interpretado por Tarcísio Meira; e mostra o Cristo Guerreiro-Ogum de Lampião, interpretado pelo Geraldo Del Rey. Quer dizer, os quatro Cavaleiros do Apocalipse que ressuscitam o Cristo no Terceiro Mundo, recontando o mito através dos quatro Evangelistas: Mateus, Marcos, Lucas e João, cuja identidade é revelada no filme quase como se fosse um Terceiro Testamento. E o filme assume um tom profético, realmente bíblico e religioso.”
Glauber Rocha
GLAUBER FALA :
Idade Da Terra (1980)
"Trata-se de um filme que joga no futuro do Brasil, por meio da arte nova, como se fosse Villa-Lobos, Portinari, Di Cavalcanti ou Picasso. O filme oferece uma sinfonia de sons e imagens ou uma anti-sinfonia que coloca os problemas fundamentais de fundo. A colocação do filme é uma só: é o meu retrato junto ao retrato do Brasil.
Esse filme estaria para o cinema talvez como um quadro de Picasso. Os críticos estão querendo uma pintura acadêmica, quando já estou dando uma pintura do futuro.
Na criação artística o maior empecilho é o medo. Os autores que criaram grandes obras na América Latina venceram o medo para não sucumbir ao terrorismo do complexo de inferioridade. Eu, inclusive, rompi este complexo no berro.
Eu não tenho medo de criar, se tiver engenho e arte vou em frente. É necessário não ser babaca, pois a babaquice é o maior inimigo do artista.
Arnaldo Carrilho me disse uma vez diante das ruínas de Pompéia (era um domingo entre janeiro e março de 1965) que Simon Bolívar subiu no Vesúvio e de lá meditou sobre a América Latina: daí partiu para sua ação política. Verdade ou mentira quero partir do vulcão".
Glauber Rocha


"É um filme que o espectador deverá assistir como se estivesse numa cama, numa festa, numa greve ou numa revolução. É um novo cinema, anti-literário e metateatral, que será gozado, e não visto e ouvido como o cinema que circula por aí. É um filme que fala das tentativas do Terceiro Mundo... fala do mundo em que vivemos. Não é para ser contado, só dar para ser visto. De Di Cavalcanti para cá eu rompi com o cinema teatral e ficcional."
COMENTÁRIOS
"Mosaico sinfônico. A Idade da Terra se insere solidamente dentro da tradição artística latino-americana. A proposta de aprisionar o espírito de uma nacionalidade numa só obra remete direto aos muralistas mexicanos. A imagem de Rivera - ou seria Siqueiros? - em cima de uma escada, pincel na mão, diante de uma superfície imensa que reduzia a bem pouco o tamanho do artista, compondo em figuras toda a história de seu povo evoca a de Glauber Rocha envolvido anos a fio nos quilômetros de fita que ele mesmo gerou na fadiga quixotesca (ou dantesca?) de contar seu país. O exacerbamento nacionalista de sua obra, despido agora de qualquer compromisso narrativo, encontra enfim seu estado puro. Como se não existisse a dimensão do tempo "só o real é eterno” - o filmemural dispõe seus blocos de significados espacialmente, numa estrutura atonal que avança por rupturas entre a Bahia, Brasília e Rio. Nascimento de Cristo, Cristo-povo e Cristo-Rei, Cristo guerreiro e Cristo profeta, o mundo sem Cristo e por toda a parte, Brahms, o anti-Cristo. Esta parábola, em si mesmo uma sucessão de parábolas, e disposta como num quadro de batalha em que há varias ações simultâneas e o olho passeia dentro dele, ordenando-as. (...)"
Deus e o Diabo na Idade da Terra em Transe, de Gustavo Dahl
em Jornal do Brasil
Rio de Janeiro, 25/nov./1980.

"Glauber Rocha, usualmente, é como Wagner: cuidado com o espectador sufocado. E os críticos de Veneza 80, que acabaram com "A Idade da Terra", certamente não subiram os degraus da escadinha que os teria colocado na altura, largura e profundidade do quadro. Não se olha Guernica colado ao canto esquerdo do quadro".
SYLVIE PIERRE (Libération, 1/4/82)
FRASES:
"A Idade da Terra" é um filme que o espectador deverá assistir como se estivesse numa cama, numa festa, numa greve ou numa revolução. É um novo cinema, antiliterário e metateatral.
GLAUBER ROCHA

"Ele se bateu contra o impossível, à impossibilidade de ser um grande cineasta do Terceiro Mundo, um grande cineasta negro".

"A Idade da Terra é uma impossibilidade grandiosa, uma travessia do mundo e do tempo, uma descoberta da América na contramão, um Encouraçado Potemkin negro, ou seja, informe, cheio de gestos e ritmado, anti-clássico ao extremo – um escarro de sangue na cara do cinema atual, dominado pela doçura ....."
Pascal Bonitzer, 22 de agosto de 1981

"Estranho, estranho filme, que faz com que seus filmes anteriores apareçam como exercícios comportados e pálidos."
Pascal Bonitzer
"Sou um artista coletivista que está aberto; um anti-artista. Sou uma pessoa do povo. Sou um camponês de Vitória da Conquista. “A Idade da Terra” seguirá o mesmo itinerário dos outros filmes, criará polêmica, será odiado, será adorado."
GLAUBER ROCHA

"...mesmo porque em matéria de linguagem cinematográfica, montagem, estrutura, foi tudo refeito, subvertido, reestruturado. É um estilo barroco, reconstrutivista, coisa muito nova que os brasileiros que viram o filme estão adorando."
GLAUBER ROCHA.

fonte: www.tempoglauber.com.br
Realização: O Corujão - Escola Livre de Filosofia - Centro de Educação Popular Jacuba - Organização Cultural e Ambiental

quarta-feira, 8 de julho de 2009

HORTOCINE - CINEMA E FILOSOFIA - APRESENTA

Um Cão Andaluz

Data: 08 de julho - quarta-feira
Local: OCA , na Rua Libério Rosa, n° 05, Núcleo Santa Izabel, Hortolândia/SP
Horário: 19h00
GRATUITO

Com roteiro co-escrito por Salvador Dalí, Luiz Buñuel estreou como diretor e ator neste curta-metragem, o marco inicial do surrealismo no cinema. À luz da psicanálise, Buñuel e Dalí exploram o inconsciente humano, numa seqüência de cenas oníricas, incluindo o célebre momento em que um homem corta, com uma navalha, o olho de uma mulher.

Ficha Técnica

Título original:

Un Chien Andalou

Gêneros:
Curta, Fantasia

Tempo:
16min

Ano:
1929

Direção:
Luis Buñuel

Roteiro:
Luis Buñuel

Elenco:
Simone Mareuil (Young girl)
Pierre Batcheff (Man)


Fonte: http://www.cinemenu.com.br/filmes/um-cao-andaluz-1929/sobre-o-filme

terça-feira, 12 de maio de 2009

terça-feira, 25 de novembro de 2008

DIA 26 DE NOVEMBRO NA PRAÇA PODEROSA - BAIXIO DAS BESTAS

Um Filme de Cláudio Assis



O Baixio das Bestas é o lugar símbolo das confluências humanas. Uma pequena comunidade entranhada dentro de uma cultura secular e paralisada em sua autoridade e em sua moral: a decadente cultura latifundiária. Pequenos centros urbanos que cercam o nosso vilarejo irradiam a idéia de futuro. Uma tosca idéia de possibilidades. Um pobre conceito de riqueza.

Nesse cenário se passa a história de Auxiliadora, Seu Heitor e Cícero. Ela, uma menina de 13 anos explorada pelo velho avô, Seu Heitor, um moralista ambíguo, que em tudo vê falta de autoridade mas ganha dinheiro explorando sua neta. Por sua vez, Cícero, um jovem de uma conhecida família local, que assiste ao drama de Auxiliadora e cria por ela uma paixão insustentável.

Do enfrentamento de Seu Mário e Cícero será decidido o destino de Auxiliadora. A menina de olhos brilhantes e encabulados que está no meio da disputa. Qual a saída? Qual o desejo?

Armando uma arena de combate no meio do canavial, o Baixio das Bestas serve como centro nervoso da ação. Aqui o que interessa não é constatar uma situação, mas problematizar as relações e sugerir narrativas a partir delas. É humanizar as questões e aprofundar o cotidiano desse núcleo. É dimensionar a existência além da aparência das coisas e fraturar a cômoda situação de espectador passivo diante dos fatos.

fonte: www.baixiodasbestas.com.br

terça-feira, 21 de outubro de 2008

sábado, 18 de outubro de 2008

Sinopse - A VIDA DE BRIAN


A vida de Brian - Life of Brian

Reino Unido - 1979 - 94 min
Direção:
Terry Jones
Elenco
Graham Chapman
, John Cleese, Terry Gilliam, Eric Idle , Terry Jones, Michael Palin, Terence Bayler, Carol Cleveland, Kenneth Colley, Neil Innes, Charles McKeown, John Young, Gwen Taylor, Sue Jones-Davies, Peter Brett.
Roteiro:
Graham ChapmanJohn Cleese
Género: comédia
Idioma: inglês, latim

A Vida de Brian, no original inglês Life of Brian, é um filme dos Monty Python realizado em 1979 por Terry Jones, membro do grupo. O seu argumento baseia-se numa sátira à época de Jesus Cristo e é considerado blasfemo, por uns, e genial, por outros.
O filme é controverso devido a sua combinação de comédia e de temas religiosos. Entretanto, foi também muito popular com a audiência: em 2000, os leitores da revista Total Film votaram-na a melhor comédia de todos os tempos; em 2004, a mesma revista nomeou-o o quinto (5º) melhor filme británico d
a História; em 2006 foi votado o melhor filme de comédia em duas votações separadas conduzidas pelo
Channel 4 e Channel 5 británicos das canaletas de tevê; e na Internet Movie Database, o filme aparece continuamente entre os 100 melhores.
O filme conta a história de um sujeito da
Judéia que vive uma vida paralela a de Jesus Cristo e se alia a grupos contra o domínio romano. Na segunda metade do filme, uma multidão de pessoas pensa que ele é o salvador da humanidade e seguem-no como um grande sábio, mas ele nunca teve a intenção de dar essa impressão e apenas deseja ver-se livre de toda aquela gente. Mas Brian é um predestinado, e acaba por viver cenas bíblicas e ter que enfrentar desafios semelhantes aos do Messias (o que naturalmente são sátiras).
Sua aparição como "messias" começa quando ele finge ser um
pregador para fugir da guarda romana, mas suas pregações são levadas a sério e ele ganha uma horda de seguidores. Brian acaba por se meter num monte de confusões ao ter suas tolas palavras entendidas como profecias e ser caçado pela guarda romana. Ele depara-se com diversas figuras históricas e bíblicas, que são satirizadas pelo filme.
O filme também mostra, de uma forma
irônica, a questão da alienação da massa, pois o povo segue Brian o tempo todo, repetindo tudo o que ele diz, e sátiras são feitas à religião, como é o caso da cena de apedrejamento.
O filme foi muito polêmico e vários protestos foram feitos contra ele por pessoas que o consideram uma
blasfêmia.

Curiosidades

No Brasil, o filme foi dublado pelos Estúdios Maga, com Marcelo Gastaldi dublando Monty Python. Marcelo Gastaldi foi o mesmo dublador de Chaves.

Monty Python

Página oficial: http://pythonline.com/

Monty Python ou The Pythons foram os criadores e intérpretes da série
cômica Monty Python's Flying Circus, um programa de televisão britânico que foi ao ar pela primeira vez em 5 de outubro de 1969. Como série televisiva, consistiu de 45 episódios divididos em 4 temporadas. Entretanto o fênomeno Python não se limitou a apenas isso, espalhando-se por shows, filmes, programas de rádio e diversos jogos de computador e livros, além de lançar seus seis integrantes ao estrelato.
Sua influência na comédia chegou a ser comparada ao impacto causado na
música pelos Beatles[4][5]. Enquanto no humor britânico sua presença sempre foi nítida, nos Estados Unidos ela é especialmente evidente em programas de conteúdo absurdo como South Park, Adult Swim, trechos de Late Night with Conan O'Brien, além do programa Saturday Night Live[6]. O termo pythonesque, em tradução livre 'pythonesco', está em dicionários da língua inglesa para indiciar algo surreal ou absurdo.
O nome Monty Python foi escolhido porque eles o consideraram engraçado. No documentário
Live at Aspen, de 1998, o grupo revelou como o nome foi escolhido. Monty veio em tributo a Lord Montgomery, um lendário general britânico da II Guerra Mundial. Python surgiu pois eles decidiram ter uma palavra que também soasse evasiva, e essa pareceu perfeita. Alguns acreditam que Monty Bodkin, nome de um personagem em vários livros de humor de P. G. Wodehouse, pode ter servido de inspiração.
Em uma enquete de
2005 para escolher O Comediante dos Comediantes realizada pela emissora britânica Channel 4, três dos seis integrantes do Monty Python foram incluídos entre os 50 maiores humoristas. Michael Palin ficou em trigésimo, Eric Idle em vigésimo-primeiro e John Cleese em segundo lugar, sendo superado apenas por Peter Cook.

FONTES:

sábado, 20 de setembro de 2008

terça-feira, 16 de setembro de 2008

LARANJA MECÂNICA


Ficha Técnica:

Título Original: A Clockwork Orange
Gênero: Ficção Científica
Tempo de Duração: 138 minutos
Ano de Lançamento (Inglaterra): 1971
Estúdio: Warner Bros. / Hawk Films Ltd. / Polaris Production
Distribuição: Warner Bros.
Direção: Stanley Kubrick
Roteiro: Stanley Kubrick, baseado em livro de Anthony Burgess
Produção: Stanley Kubrick
Música: Wendy Carlos
Direção de Fotografia: John Alcott
Desenho de Produção: John Barry
Direção de Arte: Russell Hagg e Peter Shields
Figurino: Milena Canonero
Edição: Bill Butler

Elenco:

Malcolm McDowell .... Alex
Patrick Magee
Michael Bates
Warren Clarke

Adrienne Corri
Carl Duering
Paul Farrell
Clive Francis
Michael Glover
Michael Tarn ... Pete
James Marcus
Aubrey Morris
Godfrey Quigley
Sinopse: Ambientado na
Inglaterra de 1995, o filme mostra a vida de um jovem de 18 anos, chamado Alex DeLarge (Malcolm McDowell), cujos gostos variam de música clássica (Beethoven), estupro e ultraviolência. Ele é o líder de uma gang de arruaceiros, aos quais se refere como droogs (palavra originária do russo druk, amigo). Alex narra a maioria do film em "Nadsat", um "idioma" que mistura o russo, o inglês e o cockney (por exemplo, rozzer é polícia, drugo é amigo, chavalco é cara, moloko é leite). Alex é irreverente e abusa dos demais; mente para seus pais para faltar da escola. Alex leva seus droogs a invadir uma casa, golpeiam um escritor que vive nela e estupram a sua esposa, enquanto Alex canta Singin' in the Rain. Depois, lida com uma tentativa de golpe de um seus droogs subordinados.
Depois de faltar às aulas, seduz a duas adolescentes em uma loja de discos; apesar de não reconhecer o nome de suas estrelas favoritas, este as leva para sua casa e tem relações sexuais com ambas.
Posteriormente, Alex é capturado durante um assalto, traído por seus droogs (um ao qual Alex tinha cortado a parte superior da mão direita por ter desrespeitado sua autoridade na gang). Alex é golpeado no rosto com uma garrafa de leite e fica cego na cena do crime. Depois de ser preso, descobre que a vítima do roubo morreu: Alex é um
assassino. É sentenciado a quatorze anos de prisão.
Depois de ter cumprido dois anos de
prisão, ele consegue a liberdade condicional, e se submete ao tratamento Ludovico, uma terapia experimental de aversão, desenvolvida pelo governo como estratégia para deter o crime na sociedade. O tratamento consiste em ser exposto a formas extremas de violência, como ver um filme muito violento. Alex é incapaz de parar de assistir, pois seus olhos estão presos por um par de ganchos. Também é drogado antes de ver os filmes, para que associe as ações violentas com a dor que estas lhe provocam.
Assim que o tratamento Ludovico o deixa incapaz de ser violento (nem sequer em defesa própria) e também incapaz de tocar uma mulher nua, mas, em um imprevisto efeito secundário, o tratamento faz com que ele fique incapaz de ouvir sua peça favorita de
Beethoven, a Nona Sinfonia (fundo musical de um dos filmes).
Sem a capacidade de se defender, e de ter sido desalojado por seus pais (estes alugaram sua casa a um hóspede, entregado seu som e tesouros, e aparentemente mataram Basil, seu bicho de estimação), Alex desanimadamente perambula por
Londres. Ele encontra a velhas vítimas e dois de seus antigos droogs (agora policiais) que lhe golpeiam e quase afogam.
Alex vaga pelos bosques até chegar à casa do escritor cuja esposa havia estuprado. O escritor o deixa entrar antes de descobrir sua identidade; logo, droga a Alex e tenta fazê-lo se
suicidar tocando uma versão eletrônica da Nona Sinfonia de Beethoven. Alex se joga de uma janela, mas sobrevive.
Depois de uma grande recuperação no hospital, Alex parece ser o de antes. No hospital, o Ministro de Interior (que havia antes selecionado Alex pessoalmente para o tratamento Ludovico) visita Alex, desculpando-se pelos efeitos do tratamento, dizendo que só seguia as recomendações de sua equipe. O governo oferece a Alex um trabalho muito bem remunerado se ele aceitar apoiar a eleição do partido político conservador, cuja imagem pública se viu seriamente danificada pela tentativa de suicídio de Alex e o polêmico tratamento ao qual foi submetido. Antecipando seu regresso, Alex narra o final do filme: "Definitivamente, estava curado" enquanto se vê uma fantasia surreal dele mesmo transando com uma mulher na neve, rodeado por damas e cavaleiros vitorianos aplaudindo, e pode-se escutar o último movimento da Nona Sinfonia ao fundo.

Prêmios:
Oscar: A produção inglesa Laranja Mecânica recebeu indicações para os Oscar de Melhor Filme, Diretor (Stanley Kubrick), Roteiro Adaptado (Stanley Kubrick) e Montagem (William Butler).

Curiosidades
- Stanley Kubrick certa vez declarou que, se não pudesse contar com Malcolm McDowell, provavelmente não teria feito Laranja Mecânica.- O orçamento total do filme foi de apenas US$ 2 milhões.
- No livro, o sobrenome de Alex em momento algum é revelado. Comenta-se que DeLarge seja uma referência a um momento no livro em que Alex chama a si mesmo de "Alexander the Large".

- Basil, a cobra, foi colocada nas filmagens após o diretor Stanley Kubrick descobrir que Malcolm McDowell tinha medo delas.
- O livro em que Frank Alexander trabalhava quando Alex e sua gangue invade sua casa chamava-se "A clockwork orange".

- Stanley Kubrick propositalmente cometeu alguns erros de continuidade em Laranja Mecânica. Os pratos em cima da mesa trocam de posição e o nível de vinho nas garrafas muda em diversas tomadas, com a intenção de causar desorientação ao espectador.

- O filme foi retirado de cartaz no Reino Unido a mando de Stanley Kubrick. Irritado com as críticas recebidas, de que Laranja Mecânica seria muito violento, Kubrick declarou que o filme apenas seria exibido lá após sua morte.

- A linguagem utilizada por Alex foi inventada pelo autor Anthony Burgess, que misturou palavras em inglês, em russo e gírias.

Fontes:



quinta-feira, 7 de agosto de 2008